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Sorridents apresenta as campeãs da Copa do Mundo Sorridents

 

É não foi dessa vez que nossa seleção conquistou o Hexa campeonato, mas o que mais nos consola é que o título também não foi para a Argentina, que levou uma lavada da Alemanha no último sábado.

Brincadeiras a parte essa foi uma época bem legal nas unidades da Sorridents que entraram no clima do mundial ao decorar as unidades com o verde e amarelo de nossa bandeira. Teve unidade que investiu até em adereços e uniformes da seleção para as equipes.

E todo esse esforço era motivado pela campanha lançada pelo marketing da franqueadora: A unidade mais bem decorada receberia o reconhecimento através de uma matéria aqui em nosso blog.

E escolher a melhor foi uma tarefa muito difícil já que muitas unidades foram bem criativas na busca pelo título de grande campeã. Escolher apenas uma seria praticamente impossível, então resolvemos escolher aqueles que mais esbanjaram sorrisos e união nas fotos, e as grandes campeãs foram as unidades: Tatuapé, Santo Amaro e Brás.

O pessoal do Tatuapé organizou uma grande torcida e olha que legal uniformizada e cheia de sorrisos. Ponto para eles!

Torcida Tatuapé

Já em Santo Amaro os adereços foram o toque a mais em uma equipe que também caprichou no sorriso.

Torcida de Santo Amaro

E o que dizer das meninas do Brás e seus charmosos uniformes? E a bandeira do Brasil ao fundo feita toda de bexigas? Ponto para elas também.

Unidade Brás

 

Mas também não podemos deixar de fora unidades que passaram raspando na escolha das melhores. Taubaté por exemplo colocou até nosso mascote na torcida por nossa seleção. E o que dizer de Suzano que caprichou em tantos detalhes? E Sapopemba e Vila Ré onde até as franqueadas vestiram a camisa desse grande concurso?

Parabéns a todos que entram para a torcida Sorridents e que venha 2014!

E como prometemos, nos próximos dias as unidades vencedoras ganharão a matéria no blog.

Dentista cria rede com mais de 100 clínicas

 

Fortalecimento das classes C, D e E impulsiona negócios da Sorridents, que já atendeu mais de 1 milhão de pacientes

Empresa, que começou com uma cadeira alugada na periferia de SP, faturou R$ 120 mi no ano passado

CAROLINA MATOS
DE SÃO PAULO

A dentista recém-formada de 21 anos, de uma família de baixo poder aquisitivo do interior de São Paulo, já considerava grande o plano que tinha depois de tirar o diploma: montar uma clínica na periferia paulistana. Chegou bem mais longe.
Carla Renata Sarni, hoje com 36 anos, é dona da Sorridents, rede de serviços odontológicos voltada para as classes C, D e E.
Com 1 milhão de pacientes atendidos, faturou R$ 120 milhões em 2009 -50% mais que em 2008. E a meta é crescer 20% em 2010.
A rede, com 111 unidades em funcionamento em oito Estados -considerando 42 clínicas próprias e as franquias-, nasceu em 1995 com uma cadeira de dentista alugada na sobreloja de uma padaria na Vila Cisper, zona leste da capital paulista.
A cadeira era antiga, com uma alavanca manual para fazer subir e descer, mas por ela passavam cerca de 300 pacientes por mês. Todos com origem social próxima à da dentista que os atendia.
Conhecer bem o público-alvo, os detalhes da rotina de trabalho e sempre “pegar no pesado” foi um trunfo para expandir os negócios, afirma Sarni.
A trajetória da empresária começou cedo. Para ajudar a pagar a faculdade em Alfenas (MG), a estudante vendia roupas aos colegas.
Desde o início, Sarni diz que fez questão de usar materiais “de primeira linha” no consultório. “Era um diferencial e chamava a atenção da clientela”, afirma.
Para atrair a freguesia de baixa renda, o caminho foi facilitar os pagamentos em até 12 meses.
Depois de um ano e meio na Vila Cisper, veio o salto.
Com financiamento, nascia a clínica número um da Sorridents, com 12 salas e alta tecnologia.
Atualmente, todas as unidades da rede contam com profissionais de 19 especialidades.
Com o crescimento da rede, Sarni reduziu os atendimentos como dentista.
“Hoje, só pego alguns casos complicados de cirurgia”, diz a presidente da rede, que, de gestão, aprendeu tudo na prática- fez apenas um curso de uma semana no no Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) há dois anos.

Grupo avança no Nordeste com demanda maior

DE SÃO PAULO

De olho na demanda crescente da nova classe média, a Sorridents se expande no Norte e no Nordeste do país.
“Nessas regiões, a classe C está gastando mais com tratamentos odontológicos e ainda há pouca oferta de serviços de qualidade a preços mais acessíveis”, diz Cleber Soares, 34, marido de Carla Sarni e vice-presidente da rede.
Uma pesquisa da USP (Universidade de São Paulo) sobre o perfil dos dentistas brasileiros mostra que os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram mais de 57% desses profissionais do país. Só o mercado paulista tem 33%.
Hoje, existem quatro franquias da Sorridents em obras no Nordeste: três na Bahia e uma em Pernambuco. Todas com previsão de abertura em 2010.
E mais seis unidades, sendo quatro franquias, já estão em funcionamento no Norte e no Nordeste.
O investimento inicial para abertura de uma unidade gira em torno de R$ 400 mil. O faturamento projetado para o primeiro ano de atividade fica entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. E, depois, em R$ 150 mil anuais. (CM)

 

Fonte: Folha de São Paulo

A evolução da odontologia

Gravura representando Hesi-Re

Data de 3.700 a.C. manuscritos egípcios mencionando alguns malefícios dentais (dor de dente, feridas gengivais …) O primeiro a conhecer a arte dentaria no Egito chamava-se Hesi-Re (3.000 a.C.), da corte do faraó Zoser. A primeira evidência de procedimento cirúrgico, por volta de 2.750 a.C. , foi uma mandíbula com duas perfurações abaixo das raízes do primeiro molar, indicando o estabelecimento da drenagem de um abscesso dentário. Os documentos mais antigos de odontologia e medicina que se tem notícia, vem dos povos da Mesopotâmia, hoje Iraque. De acordo com o Livramento (1962), o “Protesto de Albucasis (Córdoba, 936-1013 d.C.)” tem a notícia mais antiga que se tem sobre um barbeiro exercendo a profissão de dentista. Alguns barbeiros alcançaram fama e ocuparam cargos importantes um deles Olivier Le Daim (Olivier, o malvado, o diabo) ocupou lugar de destaque na corte de Luís XI (1423-1483). Em outro reino, o cirurgião Jean Pitard , conseguiu que o rei Felipe IV (1311) cassasse o direito dos barbeiros de praticar qualquer intervenção cirúrgica se não se submetesse a um exame de habilitação, prestado a um grupo de cirurgiões- barbeiros juramentados de Saint Come. Também houve leis interditando atividades dos charlatões e curandeiros em 1352 e 1364. No século XVIII, Pierre Fauchard (1678-1761) com a obra “Tratado dos dentes para os cirurgiões dentistas” proporcionou um salto para a ciência da odontologia, sendo considerado o “Pai da Odontologia moderna”. O livro abrangia anatomia, fisiologia, entre outros assuntos, e citava a piorréia alveolar, que recebeu o nome de “enfermidade de Fauchard” (doença periodontal). Foi ele que cunhou o termo cirurgião dentista para a profissão, criou o pivot e iniciou o desenvolvimento de dentaduras. Reconheceu também a intima entre as condições orais e a saúde em geral. A inauguração da primeira escola dental do mundo deu-se em 06 de março de 1840, criada por Harris e Hayden no Estado de Marilândia , na cidade de Baltimore, EUA (“Baltimore College of Dental Surgery”). O curso tinha 16 semanas, a classe possuía cinco alunos.

Técnica indolor com jatos de plasma pode substituir broca de dentista

Da BBC Brasil
Cientistas alemães apresentaram uma nova tecnologia de tratamento dentário a base de jatos de plasma, que, segundo eles, cortará significativamente a dor e o desconforto causados pelos tratamentos convencionais com broca.
O estudo, realizado pela Universidade de Saarland e relatados na revista especializada Journal of Medical Microbiology, descobriu que o plasma destruiu as bactérias em dentes infectados.
Stefan Rupf, que liderou o estudo, afirmou que a baixa temperatura do plasma matou os micróbios e preservou o dente.
“A broca é uma experiência que gera muito desconforto e, em algumas vezes, dor. Por outro lado, o plasma frio é um método completamente sem contato (com o dente) que é muito eficaz”, afirmou.
“Atualmente há muito progresso no campo da medicina com uso de plasma e o tratamento clínico para cavidades dentais pode ser esperado para dentro de três a cinco anos.” Normalmente, a broca do dentista é usada para limpar a bactéria alojada em uma cavidade no dente, uma cárie, antes do dentista preencher a cavidade.
A equipe de pesquisadores da Universidade Saarland usou o jato de plasma com o mesmo propósito e constatou que o novo procedimento é capaz de fazer a limpeza de forma rápida e eficaz, mesmo quando a bactéria estava alojada na dentina, a principal parte do dente, abaixo do esmalte.
Luzes fluorescentes
A matéria pode se apresentar em vários estados: sólido, líquido, gasoso e um quarto estado, plasma, que é na verdade o estado mais comum no Universo.
Existem muitas formas naturais de plasma, na matéria que forma o Sol e nos raios que caem durante tempestades, e o uso de plasma artificial é bastante comum na tecnologia moderna, por exemplo em luzes fluorescentes e na fabricação de semicondutores.
O plasma artificial pode ser criado quando se adiciona energia a um gás, usando um campo elétrico ou laser. A matéria resultante pode se comportar de forma diferente quando entra em contato com outras partículas.
Muitos plasmas artificiais podem ser extremamente quentes. Mas o progresso alcançado nos últimos anos permitiu a criação do plasma frio.
Com isso, os cientistas conseguiram desenvolver técnicas que permitem o uso deste plasma para tratar áreas minúsculas específicas no corpo humano. O jato de plasma é capaz de atingir e eliminar bactérias sem afetar o tecido ao redor.
O professor Bill Graham, físico da Universidade Queen’s, de Belfast, afirmou que a medicina com uso de plasma tem o potencial para atingir alvos minúsculos, talvez até uma única célula.
Graham afirma que “bisturis de plasma” já estão sendo usados na medicina esportiva e também há interesse no uso deste instrumento em pacientes com queimaduras.
“Obviamente, assim como com qualquer outro tratamento, precisamos verificar se pode ser usado com segurança, mas não há provas no momento de que existam problemas”, afirmou.

Sorridents, Implante com seriedade