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Sorridents conquista selo de Excelência em Franchising e destaca-se no mercado.

A maior rede de franquias odontológica do país conquista mais um selo reafirmando sua qualidade e seriedade.

 

Foi um longo e rigoroso processo iniciado em outubro de 2010, com etapas que iam desde a entrevista com franqueados da rede à entrega de documentos e finalmente a avaliação da comissão de ética da ABF – Associação Brasileira de Franchising.

E agora, no fim de Abril, a boa noticia que estávamos esperando: a chancela do selo, um dos mais importantes na categoria e o de maior relevância entre os serviços prestados pela ABF, já que revela ao mercado a seriedade, o sucesso e a idoneidade do sistema de franchising.

Já para os franqueadores contemplados é a certeza de sua boa capacidade em praticar o sistema de franquias sempre à frente das exigências do mercado, além da constante busca pelo aprimoramento de seus métodos e sistemas com os mais elevados padrões de ética.

Para Cléber Soares, vice-presidente da rede é a certeza da evolução da rede: “Estamos muito felizes com mais essa conquista que celebra nosso profissionalismo e o nível de satisfação de nossos franqueados com nossa empresa. Estamos orgulhosos de ver mais esse resultado e saber que estamos trilhando o caminho certo.”

O selo poderá ser usado por um ano e poderá ser renovado e se depender de Soares a Sorridents batalhará ainda mais por conquistas como essa: “Conquistar a excelência em franchising é maravilhoso, mas é uma tarefa constante e vamos continuar na busca continua por melhorias para nossa rede, queremos sempre ser os melhores e os maiores no setor de saúde e bem-estar.”

Empresas crescem 7,7% no interior de SP e caem 1,4% na capital, aponta Sebrae

A pesquisa Indicadores Sebrae-SP de Conjuntura, divulgada no dia 12, apontou que as empresas do interior tiveram o maior crescimento no Estado (7,7%) no mês de fevereiro.

No mesmo período, as empresas do município de São Paulo apresentaram uma queda de 1,4%.

O levantamento é realizado mensalmente pelo Sebrae-SP, com apoio da Fundação Seade, junto a 2,7 mil micro e pequenas empresas de todo o Estado, uma amostra que representa 1,3 milhão de MPEs da indústria da transformação, comércio e serviços.

De olho nesse movimento, empresas como a rede de escolas de inglês UNS, a rede de clínicas odontológicas Sorridents  e a rede de franquias de videolocadoras 100% definiram o interior do Estado como uma região estratégica para seus negócios.

Com 160 clínicas comercializadas e 120 em funcionamento, a Sorridents planeja a instalação de 12 unidades em cidades do interior e municípios do Grande ABC.

Já a UNS prepara para essa quinta-feira um evento no qual pretende mostrar o modelo de negócios para empreendedores de Campinas.

A rede estima abrir quatro escolas ainda este ano na cidade e deve atingir 100 unidades em todo o Brasil até 2012.

Alguns motivos são apontados pelas companhias para escolher o interior do Estado. Entre eles, o custo de implantação mais barato.

Outro ponto é a diferença cultural entre as regiões. Embora o Nordeste, por exemplo, seja extremamente promissor, não são todos os serviços que são bem aceitos pelas pessoas que moram lá.

O aumento no número de jovens universitários é mais um facilitador, já que isto significa mão de obra qualificada.

Mas o fator mais forte talvez seja o número de indústrias que se mudam para o interior, que gera uma necessidade de maior de infra-estrutura para receber funcionários transferidos e aumenta o poder econômico da população local.

SORRIDENTS INAUGURA MAIS UMA CLÍNICA EM SÃO BERNARDO DO CAMPO

Localizada no bairro do Taboão, a nova unidade é a terceira na cidade. Com a abertura, inicia-se a estratégia de expansão em espiral, que visa ocupar localidades próximas à matriz. A Sorridents, maior rede de clínicas odontológicas da América Latina, anuncia a inauguração de mais uma unidade no estado de São Paulo, em abril. Com esta abertura, a rede chega a 120 clínicas em funcionamento, em oito estados brasileiros. A meta é instalar 12 unidades no ABC e interior de São Paulo, dentro de 24 meses. A estratégia de expansão deste ano foi desenhada para atender mercados próximos à sede da marca, localizada em São Paulo, que ainda tenham espaço para abrigar uma Sorridents. “Pensamos a estratégia para 2011 com foco em mercados próximos e promissores, como é o caso do ABC e do interior paulista, regiões que ainda podem ser amplamente exploradas e que apresentam um excelente potencial para implantação de clínicas da rede. Fizemos um estudo de área para chegar a essa conclusão. Os empreendedores que têm nos procurado conseguem enxergar bem esse formato de atuação e, principalmente, as vantagens de trabalhar em uma rede como a nossa, que oferece suporte total ao franqueado”, avalia Alexandre Sita, gerente de negócios da rede. Até 2016, o objetivo é atingir 500 unidades contemplando todas as regiões do País. A unidade do Taboão é a segunda clínica aberta pela dentista Tatiane Buscarilli, que também é proprietária da clínica de Santo Amaro. Segundo ela, a Sorridents é uma marca forte e, por isso, resolveu investir em um novo negócio. “Quando abri minha primeira clínica, escolhi ter uma Sorridents por acreditar no trabalho e na marca, forte e sólida. Agora, com a abertura da minha segunda clínica, posso afirmar que é um negócio promissor e que incentiva o espírito empreendedor”, ressalta Dra Buscarilli.

Sorridents Taboão – São Paulo

Avenida do Taboão, 4191 – Taboão –

 São Bernardo do Campo

Tel: (11) 2758-2464

Fonte: http://www.diariobrazil.com/__n1988537__SORRIDENTS_INAUGURA_MAIS_UMA_CLINICA_EM_SC383O_BERNARDO_DO_CAMPO.html

Dra Carla no IG

Empresária que vendia água na porta da faculdade construiu império com 160 clínicas odontológicas espalhadas pelo Brasil

Danielle Nordi, iG São Paulo | 19/03/2011 07:49

Você já ouviu falar em Carla Sarni? Talvez não, mas as chances de conhecer a rede de clínicas odontológicas que ela fundou são maiores. A Sorridents, maior rede da América Latina, está presente em mais de 125 localidades do país. Em breve, este número aumentará para 160, já que muitas franquias vendidas estão em fase de implantação. Mas aos 37 anos ela quer mais. Está de olho no mercado de Portugal e Angola. O objetivo é um só: ser a maior do mundo no ramo.

“Sempre tive o dom para os negócios. Quando eu tinha uns 12 anos ganhei da minha mãe alguns carretéis com linha. Coloquei dentro de uma bacia e fui para a frente do mercado central da minha cidade. Levei duas cadeiras e ficava chamando as pessoas com a frase ‘entra, entra freguesia, chucha dinheiro na bacia’. Vendi tudo e comprei uma bicicleta cor de rosa”, conta a empresária com um bom-humor muito característico.

Roupas, bombons e garrafas de água
Ela vem de uma cidade pequena do interior de São Paulo, Pitangueiras. O pai era motorista de ônibus circular e a mãe vendia queijos e requeijão e, quando conseguiu juntar um dinheiro, comprou uma pequena loja onde começou a vender roupas. Carla cursava magistério pela manhã. Ela frisa que a única razão para estudar para ser professora era porque o curso era gratuito. Durante a tarde ajudava a mãe e no período noturno freqüentava as aulas do ensino médio, antigo colegial. Quando seu primo perguntou se ela não queria ir com ele para Minas Gerais prestar vestibular de odontologia, a vida da empresária tomou um novo rumo.

“Eu fui porque a inscrição não era cara e porque ele disse que ia ter muitas festas. Não achei que poderia ser aprovada”, confessa. Depois da boa notícia, veio o balde de água fria. A mãe, comerciante que contava o dinheiro no fim do mês e lutava para pagar as contas com o lucro da loja e o salário do marido, disse que não tinha condições de sustentá-la em outra cidade e ainda mais comprar os materiais didáticos tão caros que o curso exigia. Ela não desistiu e pediu permissão para tentar se manter sozinha. A experiência seria de apenas seis meses. Se não desse certo, Carla voltaria para sua cidade para terminar o magistério.

Foi então que ela começou a retirar roupas da loja da mãe e vender nas repúblicas de Alfenas, cidade mineira onde cursou faculdade. O período integral de estudos não desanimava a aluna. Depois das aulas ela visitava as casas de estudantes e vendia seus produtos. Quando as roupas acabavam, ela fazia bombons. Na época de vestibular, ia para a porta da faculdade vender garrafas de água. E desta forma ela se manteve no curso e ainda mandava o dinheiro que sobrava para ajudar os pais. “Fui apelidada de sacoleira, mas foi assim que eu me formei”, lembra.

Consultório em cima da padaria
Depois de se formar, Carla resolveu vir para São Paulo. Morava de favor na casa de um tio e começou a procurar emprego. Não foi aprovada num processo seletivo de um consultório que ficava em cima de uma padaria, na Vila Císper, zona leste da capital. Mesmo com a negativa, a empresária esperou todos os candidatos irem embora e reforçou ao dentista que, caso o profissional escolhido desistisse da vaga, ela precisava muito daquele emprego. Dias depois, ele a contratou.

“Depois de três meses, formava fila na porta por pessoas que queriam ser atendidas por mim”, afirma. Ainda na época que estava na faculdade sua avó e uma tia começaram a pagar um carnê de prestações para uma cadeira de dentista para Carla. Quando a cadeira saiu, ela informou o dono da clínica que iria embora. Foi quando ele lhe propôs que ela comprasse o consultório. Ela pagou 12 mil reais em 10 parcelas. E começou a expandir alugando as salas ao lado.

Enquanto trabalhava, pagava um consórcio de um automóvel. “Quando meu carro saiu, eu pensei: ‘vou deixar de ser pobre’. Mas, justamente nesta época, um imóvel perto do meu consultório foi colocado à venda. Eu dei meu carro como entrada e financiei o resto em 15 anos. Depois daí, tudo começou a mudar.

Faturamento de 104 milhões de reais
Em menos de 10 anos, Carla e alguns dentistas parceiros já possuíam 23 unidades da Sorridents. Em 2004, ela e o marido formataram o sistema de franquia e hoje a empresa é a maior do ramo, na América Latina, com 160 clínicas odontológicas. O faturamento do ano passado foi de 104 milhões de reais e o esperado para este ano é a quantia de 120 milhões.

Com o dinheiro vieram pesadas 16 horas de trabalho por dia, falta de tempo para atividades cotidianas, como ir ao mercado, e também para a família. Mãe de dois filhos, um de oito e outro de sete anos, Carla não participava mais da rotina das crianças. Há quatro anos, seu filho mais velho ficou dias internado numa UTI (unidade de terapia intensiva). Foi quando ela decidiu rever suas prioridades.

“Hoje a minha agenda depende dos meus filhos. Almoço em casa de duas a três vezes por semana e, durante o período de prova dos meninos, eu chego em casa às sete da noite e tomo a matéria até às nove. Depois volto a trabalhar lá mesmo. O fim de semana também é da minha família. A gente adora sair para comer fora, ir ao teatro e ao cinema”.

Tirando os filhos, o restante do tempo é dedicado integralmente aos negócios. A manicure e o cabeleireiro vão na sua casa e shopping nem pensar! “Só compro roupa ou sapatos quando realmente preciso. Não tenho tempo de ficar zanzando nas lojas. Também só pago o que considero justo. Não vou gastar cinco mil reais com uma bolsa aqui no Brasil, se posso comprá-la por menos da metade nos Estados Unidos ou na Europa”.

“Sou extremamente econômica”
O que mudou com dinheiro e sucesso? “Basicamente temos muito mais conforto. Além disso, posso viajar para todos os lugares que sempre quis conhecer. Não dá para tirar períodos longos de férias, mas quando podemos, eu e meu marido, pegamos as crianças e vamos passear. Hoje em dia eu até desligo o celular”, conta Carla.

A família também possui um “refúgio” para os fins de semana: uma casa dentro de um condomínio fechado no Guarujá, litoral de São Paulo. “Na praia a gente sai para andar de bicicleta com as crianças e curtimos muito este momento com a família”.

A empresária conta que é econômica por natureza. “Não consigo sair gastando dinheiro sem pensar. Sei que tive que renunciar a muitas coisas na minha vida pessoal, por isso dou muito valor a tudo que conquisto. Na minha casa, por exemplo, fazemos mercado às quartas-feiras, dia em que legumes e frutas estão em promoção. Meus filhos só ganham presentes em datas comemorativas e se eles quebram algum brinquedo, precisam juntar o dinheiro de suas mesadas para comprar outro. Eu sempre falo que não vou repor algo que eles não cuidaram. Acredito que eles dão muito valor ao que têm e que já entendem que é preciso trabalhar muito para ter sucesso e uma vida confortável”, completa Carla.

Mercado Carioca é aposta da Sorridents para crescer em 2011

A Sorridents, maior rede de franquias de clínicas odontológicas do País, começa 2011 apostando em uma nova forma de crescimento sustentável. O objetivo principal do plano estratégico estabelecido pelo departamento de expansão da rede é dominar mercados em que a Sorridents já atua para, posteriormente, seguir com a abertura de clínicas em regiões mais distantes.

A estratégia é baseada na técnica do crescimento em espiral, que visa o fortalecimento da marca e evita a descaracterização do negócio. Este é um dos maiores desafios das franquias brasileiras, já que o país possui dimensões continentais e culturas diversificadas.

“Pensamos com muito cuidado na nossa estratégia de expansão para crescer sustentavelmente. Queremos levar a Sorridents a mercados ainda não explorados, mas para isso é preciso haver um casamento perfeito entre franqueado e franqueadora, já que nossa relação é de parceria. O Rio de Janeiro demonstrou que tem um potencial muito forte”, explica Cleber Soares, vice-presidente da empresa.

Hoje, a Sorridents já está consolidada como a maior rede de clínicas odontológicas da América Latina, com 160 clínicas comercializadas e 120 em funcionamento. Para 2011, projeta crescer 20% e abrir 15 clínicas. A estratégia da Sorridents, para expansão no estado do Rio de Janeiro, projeta atingir 15 clínicas em 2011. Já existem três clínicas em operação e uma em fase de implantação. Entre as localidades, destacam-se os principais bairros das Classes B e C.

Seguindo a filosofia de crescimento em espiral, o volume de candidatos no estado fluminense é significativo, chegando à marca de 500 empreendedores interessados em conhecer o negócio, contabilizados através do sistema de cadastros da rede. Somente no último Congresso Internacional de Odontologia, realizado no final de janeiro deste ano, ao menos 15 odontologistas demonstraram interesse no negócio.

Para os interessados o departamento de expansão divulga que as áreas disponíveis são São Gonçalo, Bom Sucesso, Penha , Olaria, Nova Iguaçu,Niterói,Vila Isabel , Flamengo e Jacarepagua.

Mais informações:

Leandro Loureiro: 11-2076-5245 ou leandro.loureiro@sorridents.com.br

Michele Maia:11-2076-5212 ou michele.maia@sorridents.com.br

Quer ter um negócio de sucesso?

Sorridents seleciona franqueados para São Paulo e Rio de Janeiro

 

No próximo sábado, 19 de fevereiro, a Sorridents Franchising abrirá as portas de sua sede para um novo encontro com prospects.

O evento denominado O Dia do Descobrimento  abordará entre outros assuntos o mercado da odontologia no franchising bem como as dificuldades do dentista recém formado montar seu consultório.

 Lembrando que o negócio oferecido pela Sorridents não é restrito aos profissionais da odontologia e tem atraído cada vez mais investidores das mais diversas áreas.

E você é nosso convidado!

Interessados no evento deverão enviar e mail para:

leandro.loureiro@sorridents.com.br ou

michele.maia@sorridents.com.br para receber mais informações.

Os benefícios e os riscos de mudar de ramo nos negócios


Fazer um diagnóstico da empresa e do gestor pode ajudar a administrar a nova atividade, segundo especialistas

Bruna Bessi, iG São Paulo | 08/09/2010

Com mais de 14 anos dedicados à administração de clínicas e franquias da empresa odontológica Sorridents, o dentista Cleber Soares resolveu diversificar seu ramo de atuação e abrir a cafeteria São Café. O empresário é um dos exemplos de empreendedores que, diante de boas oportunidades ou apenas vontade de se expandir, abre o segundo negócio. Do mesmo ramo ou de áreas diferentes, a nova empresa traz desafios e requer cuidados na administração.
As dificuldades iniciais enfrentadas com a nova empresa estão relacionadas com o grau de semelhança com o negócio mais antigo. Ao escolher uma área parecida com a que está consolidada, o empresário tem menos problemas, já que possui conhecimentos anteriores. Entretanto, se o ramo for diferente, o desafio é maior e mais cuidados devem ser tomados.
“Diante de um segmento novo, o ideal é fazer uma boa rede de contatos, procurar consultorias, fazer cursos, participar de feiras ou contratar profissionais que já tenham experiência e conhecimento no negócio”, diz Marcos Hashimoto, coordenador do centro de empreendedorismo do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper).
O impulso para a abertura do segundo empreendimento está relacionado com o cenário econômico positivo registrado nos últimos anos. “Além do controle da inflação, houve um crescimento da economia no período”, afirma o Sebrae em nota. A taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas também caiu, o que dá um estímulo adicional para a diversificação. Em São Paulo, nos cinco primeiros anos de atividade 58% fecharam as portas. Em 2000, a fatia era de 71%.

Do consultório para o café

Cleber Soares, dentista e administrador, é um exemplo de empresário que diversificou sua área de atuação. Junto de sua esposa, a também dentista Carla Renata Sarni, criou a cafeteria São Café após mais de 14 anos se dedicando às clínicas e franquias da empresa odontológica Sorridents.
Um pequeno consultório foi o primeiro negócio aberto pelo casal em 1995. Com o passar do tempo e a fidelização dos clientes foi possível, sete anos depois, montar uma clínica com dez salas. O sucesso obtido fez com que outros consultórios fossem abertos por meio de sociedades. Entretanto, problemas com uma delas e outros dentistas querendo usar o nome da Sorridents, impulsionaram os administradores para transformar a marca em uma franquia. Hoje, são 45 clínicas próprias e mais de 113 franquias em funcionamento. A marca é presente em 12 estados, com 80% da rede localizada em São Paulo. Somente em 2009, o grupo (clínicas próprias e franquias) faturou R$ 120 milhões.
Para a gerência dos negócios, os empresários montaram uma sede administrativa, no Jardim Anália Franco, em São Paulo, e adquiriram um terreno em frente. Cercada por comércios, hospitais e indústrias, Soares percebeu que a região não tinha uma cafeteria que investisse no café gourmet. Diante da oportunidade, o casal abriu o segundo negócio com um investimento de R$ 100 mil e instalou a São Café no terreno em frente à sede.
Sem experiência com cafeterias, Soares delegou a administração do novo empreendimento a um gestor. Entretanto, os resultados iniciais não foram positivos. “Montamos o negócio apesar de não termos experiência no ramo, e a principal dificuldade foi não encontrar mão de obra qualificada, além da demanda ser menor do que o esperado”, diz.
O que antes era pouco rentável, hoje pode se tornar uma franquia. Com quatro funcionários, o São Café busca personalizar os produtos, “O plano de expansão foi segurado por que não encontrávamos um gestor adequado. Mas agora estamos prontos para crescer”, afirma o dentista.
Identificar possibilidades
Segundo Hashimoto, na abertura de um negócio com ramo diferente, os desafios iniciais serão principalmente a falta de conhecimento no ramo, mão de obra qualificada e capital, além dos riscos do mercado. Para adequar-se à nova realidade é preciso fazer uma análise do perfil do empresário. “Se o empreendedor for ousado, é melhor dedicar-se ao novo negócio. Entretanto, se tiver um perfil administrativo e abriu a nova empresa porque identificou uma boa oportunidade, o ideal é arrumar um sócio arrojado e se manter na gerência”, afirma.
Além da preocupação com o segundo negócio, o empreendedor deve fazer um diagnóstico do que já possui para que mantenha o bom desempenho. “Por meio dessa análise ficará mais fácil identificar possíveis gestores e funcionários que poderão assumir mais responsabilidades”, diz o coordenador.